Um dos cardeais mais velhos a participar na eleição do Papa Leão XIV, em maio, entrou na Capela Sistina em Roma com um telemóvel no bolso. O aparelho ativou o sistema de segurança, sem ter contacto externo, e o incidente foi referido no livro de Elisabetta Piqué e Gerard O’Connel, cuja edição sai no dia 25.
Segundo o livro, o telemóvel ligado disparou os dispositivos de monitorização que acompanham os eleitores de todo o mundo. A situação levou a um reforço da presença de segurança na capela durante o escrutínio para o Sumo Pontífice.
O nome do cardeal não é revelado. Os autores descrevem que ele ficou angustiado por ter perturbado os trabalhos. Em outro episódio semelhante, muitos cardeais que ficaram sem telemóvel também perderam o despertador.
No dia seguinte, o problema começou a ser resolvido: cada cardeal recebeu um relógio de corda para facilitar a coordenação horária entre os votantes. A narrativa do livro detalha ainda atrasos na primeira votação devido a falhas técnicas.
Contexto e fontes
- O livro citado é assinado por Elisabetta Piqué e Gerard O’Connel.
- A obra afirma que a eleição seguiu com alterações operacionais para evitar novas falhas.
- Não foram divulgados nomes oficiais nem dados pessoais dos envolvidos.
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