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Dry Leaf, filme de Alexandre Koberidze, ponto alto do IndieLisboa

Dry Leaf, pico do IndieLisboa de Alexandre Koberidze, entrelaça cinema familiar, futebol e referências a Hong Sang-soo

Alexandre Koberidze lança-se num périplo pela Geórgia rural em busca de campos de futebol
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  • Alexandre Koberidze apresenta Dry Leaf, considerado momento alto do IndieLisboa.
  • O realizador georgiano explora ligações entre futebol, telemóvel descontinuado, Hong Sang-soo e um filme feito em família.
  • O texto cita referências que ajudam a explicar o conceito de “folha seca” no futebol, usando uma definição da Wikipédia atribuída a Didi.
  • A mesma enciclopédia online indica que o lance teria sido visto pela primeira vez em 1957 num Brasil versus Peru.

Alexandre Koberidze apresentou Dry Leaf no IndieLisboa, considerado um dos momentos altos da programação. A obra é apresentada como uma leitura singular, envolvendo cinema, futebol e relações familiares.

A narrativa do realizador georgiano levanta questões sobre o que une elementos aparentemente díspares: um lance de futebol, um telemóvel descontinuado, Hong Sang-soo e um filme feito em família. O público acompanha a busca por respostas no contexto do festival.

Segundo a enciclopédia online, Folha seca é um chute de três dedos com efeito descendente, semelhante à queda de uma folha ao vento. A definição cita Didi como inventor do movimento.

A referência histórica aponta que o lance surgiu pela primeira vez em 1957, num jogo entre Brasil e Peru. A relação entre o futebol e o cinema de Koberidze é explorada como recurso temático da película apresentada em Lisboa.

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