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Switch abre no antigo Swing com novo conceito, mantendo memória do passado

Switch abre no Porto no espaço do antigo Swing, mantendo memória e traçando nova leitura arquitectónica, com acessibilidade e programação plural

Imagem de contexto do artigo Switch abre no local do antigo Swing com novo conceito sem esquecer passado
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  • O Switch abre no próximo fim de semana no Porto, no espaço onde funcionou, nas décadas de oitenta e noventa, o Swing.
  • O projeto, assinado pelo arquiteto Sérgio Rebelo, preserva a memória do Swing e reimagina o espaço com um novo conceito de música eletrónica.
  • O espaço tem piso superior e inferior, sem zonas VIP, cabine central, bares laterais, acessibilidade por elevador e rampa, além de preocupação com a acústica.
  • A pista mantém parte do chão original e recebe iluminação uniforme, com o objetivo de criar vários ambientes e ser mais acolhedora.
  • O responsável, Ruben Domingues, pretende que o Switch seja um polo cultural da cidade, disponível para concertos e outras apresentações, mantendo a ponte entre gerações.

O clube Switch abre no próximo fim de semana no Porto, no local que acolheu o Swing nas décadas de 1980 e 1990, preservando memória e apresentando um novo conceito com assinatura de arquitetura de Sérgio Rebelo. A inauguração começa na sexta-feira.

O espaço fica na Rua Júlio Dinis, na Boavista, e o Switch pretende servir de ponte entre gerações. A ideia é manter a essência do Swing, mas num formato narrativo que acolhe público atual e novas propostas musicais e culturais.

O projeto aposta numa linha de programação diversa, com a cabine do artista central e uma pista que preserva elementos do chão original, integrando iluminação para criar ambientes diferentes ao longo da noite.

Design e acessibilidade

A intervenção mantém o piso de resina colorida e acrescenta madeiras escuras para um ambiente mais acolhedor, sem descaracterizar a memória do Swing. O resultado é uma pista com identidade própria.

Acesso facilitado inclui rampa até uma zona elevada e elevador que conduz a uma entrada alternativa, assegurando mobilidade para todos os visitantes. A acústica foi optimizada para imersão sonora.

O espaço não prevê zonas VIP; todos ficam em pé, com a cabine ao centro e bares laterais, promovendo um ambiente de igualdade e participação.

Futuro do espaço

O Switch pretende ser um polo cultural da cidade, oferecendo espaço para concertos e outras apresentações. A equipa vê o local como extensão do legado do Swing, agora adaptado a novas gerações.

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