- O segundo helicóptero de combate a incêndios deverá operar na Madeira em julho, segundo o secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, Paulo Simões Ribeiro.
- A Madeira já tem, desde 2018, um meio aéreo em permanência a operar no Serviço Regional de Proteção Civil, para combate a incêndios e resgate.
- O protocolo entre a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e a Força Aérea deve ser assinado ainda nesta semana para lançar o procedimento concursal.
- O segundo meio aéreo estava previsto iniciar a 1 de julho do ano passado, mas o processo atrasou por causa das eleições legislativas antecipadas.
- O custo do segundo meio aéreo será assegurado pelo Governo da República; o helicóptero existente é custeado integralmente pelo Governo da Madeira, a um investimento de 2,8 milhões de euros por ano.
O segundo helicóptero de combate a incêndios deverá entrar em operação na Madeira durante o mês de julho, confirmou o secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, Paulo Simões Ribeiro. A diferença face ao atual dispositivo é o reforço do meio aéreo, já previsto para 1 de julho do ano passado.
Segundo o responsável, o processo envolve a assinatura do protocolo entre a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e a Força Aérea, para abrir o procedimento concursal. Apesar de atraso, o protocolo deverá ficar concluído ainda nesta semana.
A Madeira já conta, desde 2018, com um meio aéreo de combate a incêndios em permanência, operado pelo Serviço Regional de Proteção Civil. O objetivo é, além de combater fogos, reforçar operações de resgate na região.
Financiamento do segundo meio aéreo
Os custos do segundo helicóptero de combate a incêndios serão suportados pelo Governo da República, ao contrário do modelo atual, em que o serviço é financiado pelo Governo da Madeira. O helicóptero existente tem um custo de cerca de 2,8 milhões de euros por ano para o território.
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