- A travessia pedonal e ciclável entre Porto e Gaia ficará a cerca de 350 metros da Ponte Luís I, no sentido da Arrábida, com 250 metros de comprimento.
- O investimento previsto é de 25 milhões de euros, financiado em partes iguais pelas duas Câmaras, com a conclusão estimada para 2029.
- Foi assinado um memorando de entendimento entre o presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, e o presidente da Câmara de Gaia, Luís Filipe Menezes, para lançar o concurso de conceção e construção.
- A ponte, que será a nona que liga as duas cidades, destina-se exclusivamente a peões e ciclistas.
- A localização final será definida após o procedimento de concurso, com um júri que incluirá profissionais de engenharia, arquitetura e a Academia (Faculdade de Engenharia).
A construção de uma ponte pedonal e ciclável sobre o Douro, entre Porto e Gaia, deverá arrancar em breve com a assinatura de um memorando entre as duas câmaras. O objetivo é lançar um concurso de conceção e construção para uma infraestrutura exclusiva a peões e bicicletas. O hospital de orçamento é de 25 milhões de euros, a dividir de igual forma.
Os presidentes das Câmaras do Porto e de Gaia, Pedro Duarte e Luís Filipe Menezes, anunciaram a iniciativa na véspera de São João. A ponte ficará cerca de 350 metros a montante da Ponte Luís I, no sentido da Arrábida, e a sua localização definitiva será definida após o concurso.
A nova travessia será a nona ponte pedonal entre as duas cidades sobre o Douro. O projeto prevê uma ponte com cerca de 250 metros de comprimento, cuja construção poderá começar após o lançamento do procedimento de concurso, ainda este ano. O objetivo é promover mobilidade suave e reduzir o tráfego entre as duas margens.
Orçamento e financiamento
O investimento total está estimado em 25 milhões de euros, com comparticipação a 50% entre Porto e Gaia. O júri do concurso ficará a cargo de profissionais de engenharia, arquitetura e da academia, incluindo a Faculdade de Engenharia, para acompanhar o processo.
Entusiasmo e perspetivas
Os autarcas destacam o papel da obra como elo político e cultural entre os concelhos, sublinhando uma visão de cooperação estratégica e sustentável. A iniciativa já motivou contactos com diversas entidades técnicas para assegurar a viabilidade do projeto. O futuro da travessia depende do procedimento de concurso e da aprovação final das autarquias.
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