- A Polícia Judiciária identificou 33 ligações associadas à atividade online do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica em Portugal.
- Ação ocorreu no âmbito de uma operação europeia coordenada pela Europol entre fevereiro e abril, com 22 países envolvidos e 14.200 conteúdos de propaganda extremista identificados.
- A operação levou à restrição da conta principal da organização na plataforma X, @Sepah_Media, que tinha mais de 150 mil seguidores na Europa.
- A propaganda analisada incluiu conteúdos em persa, inglês, francês, espanhol, árabe e bahasa indonésia, desde discursos de martírio até vídeos gerados por inteligência artificial com mensagens de glorificação e vingança.
- A Polícia Judiciária afirma que o caso evidência o posicionamento operacional no combate ao contraterrorismo digital e à disseminação de propaganda extremista online.
A Polícia Judiciária identificou e sinalizou, em Portugal, 33 ligações associadas à atividade online do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, organização classificada como terrorista pela União Europeia. As publicações estavam distribuídas sobretudo pelo TikTok e Pinterest, detetadas durante uma operação europeia que permitiu identificar 14.200 conteúdos de propaganda extremista.
A ação, coordenada pela Europol, decorreu entre fevereiro e abril, envolveu 22 países e teve como objetivo identificar conteúdos de propaganda, recrutamento e financiamento difundidos nas redes sociais, plataformas de streaming e sites independentes.
Segundo a PJ, a operação culminou na restrição da conta principal da organização na plataforma X, @Sepah_Media, que tinha mais de 150 mil seguidores no espaço europeu.
Operação europeia e limitações de propaganda
A propaganda analisada incluía conteúdos em persa, inglês, francês, espanhol, árabe e bahasa indonésia, desde discursos de martírio religioso até vídeos gerados por inteligência artificial com mensagens de glorificação e apelos à vingança.
A PJ sublinha que esta operação representa um exemplo do posicionamento operacional da polícia portuguesa no combate ao contratado erterrorismo digital e à disseminação de propaganda extremista online.
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