- Oficiais da Guarda Nacional Republicana contestam a política de nomeações por escolha directa do comando geral.
- Alegam que, em vez de concursos, há preferência por nomeações diretas, o que gerou revolta interna.
- Pedem a abertura de um inquérito para investigar suspeitas de “compadrio” nas nomeações.
- A denúncia foi enviada pela Associação Nacional de Oficiais da Guarda (ANOG) ao ministro da Administração Interna, Luís Neves.
- O objetivo é inspeccionar a política interna de nomeações e assegurar transparência nos procedimentos.
O que deveria ser uma excepção, segundo as principais associações sindicais da GNR, tornou-se uma prática constante: nomeações de militares por escolha direta do comando-geral, em detrimento de concursos. A decisão tem gerado resistência entre oficiais.
A Associação Nacional de Oficiais da Guarda (ANOG) enviou uma denúncia ao ministro da Administração Interna, Luís Neves, solicitando uma inspeção à política interna de nomeações. A entidade aponta a existência de indícios de favorecimento e afirma que o modelo atual fragiliza a meritocracia.
Pedido de inquérito
Segundo a ANOG, a prática repetida de nomeações diretas estaria a influenciar a carreira de muitos militares, agravando descontentamento e dúvidas sobre transparência. O ministério não divulgou até ao momento resolução pública sobre o assunto, e nem se sabem detalhes sobre os casos em análise.
As associações sindicais consideram essencial reverter o modelo para concursos públicos, assegurando processos mais objetivos. A GNR não confirmou nem comentou as alegações, mantendo o silêncio institucional enquanto decorre o inquérito solicitado.
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