A GNR alertou na quarta-feira, através das redes sociais, para um ataque cibernético conhecido como quishing. O método usa códigos QR adulterados para levar utilizadores a sites maliciosos, com o objetivo de roubar dinheiro ou dados pessoais.
Segundo a força de segurança, o esquema pode ocorrer em situações do dia a dia, como a sobreposição de um código QR falso a um talão de estacionamento. A partir daí, os burlões podem efetuar transferências diretas ou instalar malware no telemóvel da vítima, acessando dados bancários e senhas.
Os códigos QR, presentes em publicidade, menus de restaurantes e entregas, são lidos pela câmara dos telemóveis, que os decodifica e redireciona para ligações online. A Check Point Software explica que o quishing funciona como o phishing, mas com códigos QR, o que dificulta a detecção e o bloqueio.
Como funciona o quishing
A técnica depende de alguém substituir o código original por um QR fraudulento, mantendo a aparência visual enganosa. O resultado é que o utilizador é levado a um site com aparência legítima, onde pode ocorrer o desvio de fundos ou o roubo de dados.
A GNR recomenda vigilância ao ler códigos QR. Verificar se o código parece adulterado e confirmar o link antes de qualquer intervenção é crucial para reduzir riscos.
Recomendações da GNR
Desligue a leitura automática de QR de fontes não confiáveis. Em caso de dúvida, utilize apenas apps oficiais de verificação de URLs. Evite inserir dados sensíveis em páginas desconhecidas ou suspeitas.
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