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BE condena ato inaceitável na Marcha pela Vida após arremesso de objeto incendiário

Incidente durante marcha contra interrupção da gravidez em Lisboa terminou sem feridos, após arremesso de garrafa incendiária; suspeito detido e PSP em investigação

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  • A Marcha pela Vida, em Lisboa, terminou com um objeto incendiário arremessado contra manifestantes, sem feridos.
  • O artefacto, do tipo cocktail molotov contendo gasolina, foi atirado por um suspeito que não participava no protesto e foi detido no local, segundo a PSP.
  • Cerca de 500 pessoas, incluindo crianças, participavam no evento, que decorreu entre o Largo do Carmo e o Palácio de São Bento.
  • A PSP informou que o incidente gerou clima de alarme e perturbação no local, tendo algumas pessoas sido atingidas pelo líquido inflamável.
  • O PSD solicitou uma audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna para apurar os factos.

O protesto Marcha pela Vida, em Lisboa, que ocorreu no sábado, terminou com um incidente, sem feridos: um objeto incendiário do tipo cocktail molotov foi arremessado contra os manifestantes. O ato ocorreu junto ao grupo que participava na marcha.

Ambientou-se num contexto de cerca de 500 pessoas, entre as quais crianças e bebés. O engenho incendiário atingiu perto de um grupo, não chegando a detonar no impacto. O incidente gerou alarme e perturbação no local.

José Manuel Pureza, coordenador nacional do BE, condenou o sucedido, considerando-o um ato inaceitável. Fabian Figueiredo, deputado único, também criticou a violência.

Detenção e enquadramento policial

O PSP informou que o suspeito, que não integrava a manifestação, foi detido no local. Além dele, outras pessoas fugiram; três membros, alegadamente de um grupo com conotação anarquista, foram identificados noutra artéria.

A marcha, integrada na Caminhada pela Vida, ligou o Largo do Carmo ao Palácio de São Bento. O objetivo era manifestar contra a interrupção voluntária da gravidez, em várias cidades do país.

Reação política e follow-up

O PSD pediu uma audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna, Luís Neves, para apurar os factos. O incidente, segundo a PSP, não alterou a natureza pacífica do evento e o plano de atuação no local.

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