- O líder do cartel venezuelano Tren de Aragua, Héctor “Niño” Guerrero, foi morto num ataque aéreo norte-americano na semana passada.
- O presidente Donald Trump disse ter ordenado o ataque rápido e mortal para eliminar “o infame líder” do grupo criminoso.
- Trump divulgou um vídeo que mostra o esconderijo de Guerrero a ser atingido por um míssil, na plataforma Truth Social.
- O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, informou que a operação ocorreu na província de Bolívar, junto à fronteira com o Brasil e a Guiana, com cooperação das autoridades venezuelanas.
- O Governo de Caracas qualificou a operação como conjunta entre forças dos EUA e da Venezuela; o Departamento de Estado oferecia uma recompensa de cinco milhões de dólares pela captura de Guerrero.
O líder do cartel venezuelano Tren de Aragua, Héctor ‘Niño’ Guerrero, foi alegadamente abatido num ataque aéreo dos Estados Unidos na semana passada. A operação, de acordo com o que foi divulgado, visou o principal responsável pela rede criminal associada ao grupo. A notícia foi tornada pública por Donald Trump, que afirmou ter ordenado o ataque.
Trump afirmou, através da rede social Truth Social, que o Comando Central dos EUA executou o ataque de forma rápida e mortal para neutralizar Guerrero. O ex-presidente descreveu Guerrero como o infame líder do Tren de Aragua e partilhou ainda um vídeo que mostra o que seria o esconderijo atingido.
De acordo com o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, a operação ocorreu na semana passada na província venezuelana de Bolívar, junto à fronteira com o Brasil e a Guiana, com a colaboração das autoridades venezuelanas. O Governo de Caracas confirmou tratar-se de uma operação conjunta entre as forças norte-americanas e venezuelanas.
Confirmações oficiais e contexto
O Departamento de Estado dos EUA já tinha oferecido uma recompensa de até cinco milhões de dólares por informações que conduzissem à captura de Guerrero, associando o grupo Tren de Aragua a atividades de tráfico de drogas e homicídios nos EUA. Política externa e combate ao crime organizado permanecem como temas centrais das declarações oficiais.
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