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RD Congo eleva para 291 o número de mortos

RDCongo eleva para 291 o total de mortos e para 1.118 o número de casos confirmados no surto de ébola no leste; novos casos surgem no Uganda e França regista o primeiro caso

Ébola
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  • A República Democrática do Congo elevou para 291 o número de mortos e para 1.118 o total de casos confirmados de ébola no surto no leste do país, desde 15 de maio.
  • O balanço anterior apontava para 277 óbitos e 1.096 infetados.
  • Outros casos foram detetados no Uganda.
  • Na quarta-feira registou-se o primeiro caso positivo em França, num médico humanitário que regressava de missão na RDCongo.
  • O surto ocorre no leste da RDCongo, um dos países mais pobres do mundo.

O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) atualizou hoje o balanço do surto de ébola no leste do país, elevando para 291 o número de mortos e para 1.118 o total de casos confirmados desde o início da crise a 15 de maio. O recenseamento mantém a RDCongo entre os países com maior impacto da doença na última década.

O levantamento anterior apontava 277 mortes e 1.096 infetados. Além do território congolês, foram detetados novos casos no país vizinho Uganda, ampliando a rede de transmissão regional. Na quarta-feira, registou-se o primeiro caso positivo em França, ligado a uma médica humanitária que regressou de uma missão na RDCongo.

A RDCongo é uma das nações mais pobres do mundo e enfrenta dificuldades na resposta sanitária ao Ébola, com desafios logísticos e de acesso em zonas afetadas pelo surto. Autoridades de saúde destacam a necessidade de vigilância contínua, rastreio de contatos e cooperação internacional para conter a transmissão.

Expansão regional

Casos adicionais no Uganda indicam expansão da circulação do vírus além das fronteiras nacionais. França confirmou o primeiro caso entre profissionais de saúde que atenderam pacientes na RDCongo, evidenciando a mobilidade de profissionais e riscos de transmissão internacional.

As autoridades de saúde permanecem em alerta máximo e reiteram a importância de vigilância, vacinação de anulares de antrazores, e resposta rápida a novos surtos. Não há indicação de mudança no status de alarme global, mas a situação continua sob monitorização rigorosa.

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