- Urge-se um plano integrado de saúde materno-infantil que acompanhe a mulher na gravidez, assegure condições de segurança no parto e apoie a criança nos primeiros anos de vida.
- Os primeiros mil dias de vida, desde a conceção até ao fim do segundo ano, são determinantes para a saúde e o desenvolvimento da criança.
- Este período tem repercussões na saúde ao longo da vida adulta.
- A evidência científica tem levado a Organização Mundial de Saúde (OMS) e ao Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) a alertar para a necessidade de investir neste período.
Foi lançado um apelo para a implementação de um plano integrado de saúde materno-infantil. O objetivo é acompanhar a mulher na gravidez, assegurar condições de segurança no parto e apoiar a criança nos primeiros anos de vida.
As primeiras etapas passam pela monitorização contínua da mulher durante a gestação e pela disponibilização de recursos para o parto seguro. A iniciativa visa facilitar o acesso a cuidados de qualidade e a intervenções precoces na infância.
O que envolve o plano
O foco está nos primeiros mil dias de vida, do nascimento até aos dois anos. Este período é identificado como determinante para a saúde futura da criança. A OMS e o UNICEF destacam a necessidade de investir neste período.
Porquê é importante
A evidência aponta impactos significativos na saúde e no desenvolvimento ao longo da vida. O plano pretende reduzir vulnerabilidades, melhorar resultados de natalidade e promover a proteção, nutrição e estimulação precoce.
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