- Os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) confirmaram uma falha de energia que paralisou parcialmente o acesso a serviços e a sistemas do SNS, com a recuperação em curso.
- A falha afetou os cuidados de saúde primários em todo o país, impedindo o acesso aos processos clínicos dos utentes, à prescrição de medicamentos e à requisição de exames.
- A interrupção começou por volta das 8h50, gerando constrangimentos nos centros de saúde; nos hospitais também houve impacto nos sistemas dependentes de internet.
- As farmácias ficaram impossibilitadas de aceder à base de dados de prescrições, impedindo a dispensa eletrónica.
- Os SPMS afirmaram que os serviços estão a ser progressivamente repostos e que deverão regressar à normalidade com brevidade.
Os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) anunciaram que uma falha de energia provocou perturbações no acesso a serviços e sistemas de informação do SNS. A situação está a ser resolvida progressivamente, com o regresso de funcionalidades esperadas com a maior brevidade possível.
A falha afetou serviços que sustentam a atividade do SNS, segundo a entidade responsável pela gestão, desenvolvimento e segurança dos sistemas de informação e infraestruturas. O SPMS indicou que os serviços e sistemas vão sendo repostos aos poucos.
O secretário regional do Norte do Sindicato Independente dos Médicos (SIM) disse à Lusa que a falha informativa paralisou os cuidados de saúde primários em Portugal, dificultando o acesso aos processos clínicos, à prescrição de medicamentos e à requisição de exames. Não houve indicação de quando tudo ficará normalizado.
Segundo o dirigente, a interrupção dos sistemas começou por volta das 8h50 e provocou constrangimentos significativos na atividade dos centros de saúde, com impacto na rotina de marcação e atendimento.
Nos hospitais, o problema também se fez sentir nos sistemas que dependem de ligação à internet, dificultando a operacionalização de algumas competências médicas e administrativas. A situação estendeu-se a outros serviços que dependem de conectividade.
A presidente da Associação Nacional de Farmácias (ANF), Ema Paulino, afirmou à Lusa que as farmácias não conseguiam aceder à base de dados de prescrições, impedindo a dispensa eletrónica de medicamentos. O impacto refletiu-se no funcionamento de várias farmácias pelo país.
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