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Edifício público no Porto contém amianto

IPO do Porto integra lista de imóveis com amianto à espera de remoção; medições não detectam contaminação, mas exige-se financiamento direto para eliminar o material

IPO do Porto consta da lista de imóveis que aguarda remoção do material cancerígeno
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  • O Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto faz parte da lista de imóveis públicos que aguardam remoção de amianto.
  • O amianto foi proibido pela União Europeia há mais de vinte anos, mas continua presente em milhares de edifícios em Portugal.
  • As medições de qualidade do ar no IPO do Porto não revelam contaminação por amianto.
  • Em Portugal, as mortes e os casos associados ao amianto estão a aumentar.
  • A Quercus pede a abertura de uma linha de financiamento direta para eliminar o problema; a SOS Amianto acusa o inventário do Estado de estar mal feito, dizendo que é apenas a ponta do icebergue.

O Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto integra a lista de imóveis públicos com amianto ainda por remover, mesmo após o banimento europeu há mais de duas décadas. Apesar de não terem sido registadas contaminações nos últimos cheques de qualidade do ar, a remoção continua pendente.

As informações indicam que a exposição ao amianto persiste em edifícios públicos, incluindo o IPO do Porto, suscitando preocupações sobre riscos a longo prazo. Autores da denúncia apontam que as medições de qualidade do ar não detectaram contaminação recente, mas a presença histórica do material não foi resolvida.

A organização SOS Amianto contesta o estado atual do inventário público, afirmando que é apenas a ponta do icebergue. A Quercus solicita a abertura de uma linha de financiamento direta para eliminar o amianto de imóveis estatais, incluindo o IPO do Porto.

Controvérsia e pedidos de financiamento

O tema envolve autoridades públicas, ambientalistas e organizações de ciência e saúde. A organização ambiental exige ações rápidas para evitar novas exposições e possíveis impactos à saúde. A posição das entidades é de necessidade de recursos dedicados à remoção segura.

Não foram avançadas datas específicas para a conclusão da remoção. A inexistência de contaminação recente nas medições não impede que as obras ocorram para eliminar o material de forma segura. O caso acompanha outros imóveis da administração pública ainda afetados pelo amianto.

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