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INEM demora 14 minutos a socorrer casos críticos, acima do objetivo de oito

INEM regista 14,33 minutos de resposta a casos críticos nos primeiros cinco meses, acima do limite de oito minutos; Luís Cabral admite reforçar meios

Nos casos triados pelo INEM como menos urgentes, os meios de socorro podem demorar até duas horas a chegar à ocorrência, mas estão a fazê-lo em média em 17 minutos
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O INEM registou 14,33 minutos de resposta média para ocorrências de prioridade máxima (P1) nos primeiros cinco meses do ano. Os dados indicam que o tempo se manteve acima do limiar de oito minutos definido pela instituição.

O intervalo entre a triagem telefónica e a chegada do primeiro meio de emergência caiu 2 minutos nesse período, mas continua acima do limite estipulado para casos P1. Em contrapartida, os tempos de resposta para as restantes prioridades estão a cumprir-se.

Desdobramentos

Luís Cabral admite a possibilidade de contratar mais ambulâncias dos bombeiros e de redistribuir os meios disponíveis para melhorar a rapidez de atendimento. A medida surge como resposta aos atrasos observados nos casos de prioridade máxima.

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