- A Organização Mundial da Saúde lançou um plano conjunto de resposta ao ébola no valor de 518 milhões de dólares para os próximos seis meses, visando conter o surto na RD Congo e no Uganda e este facilitar o apoio político e financeiro necessários.
- Na RD Congo, o número de casos confirmou subiu para 452, com 82 mortes.
- No Uganda, já há 19 casos, mais uma morte, quatro doentes recuperaram e há casos em quarentena.
- A agência destaca dificuldades nos testes para a variante Bundibugyo, com resultados laboratoriais atrasados e sem tratamentos ou vacinas aprovados para essa variante.
- Existem relatos de resistência comunitária e ataques a equipas de enterros e de centros de tratamento; a missão de paz da ONU disponibilizou três veículos blindados para apoiar as operações.
- Os Emirados Árabes Unidos anunciaram a suspensão da emissão de novos vistos e da entrada de cidadãos da RD Congo, Uganda e Sudão do Sul a partir de sábado, com exceção para quem tenha estado fora dos países menos de 21 dias.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou um plano de resposta ao ébola no valor de 518 milhões de dólares para os próximos seis meses. O objetivo é conter a propagação do vírus na RD Congo e no Uganda. O plano depende de financiamento estável e apoio político.
A iniciativa, preparada com os Africa CDC, foca na contenção do surto em curso nos dois países e na preparação de países vizinhos. Inclui reforço do controlo fronteiriço e ações de comunicação com comunidades afetadas.
O surto na RD Congo continua a aumentar. O governo informa 452 casos confirmados e 82 mortes, com 71 novos casos nas últimas 24 horas. A Reuters destaca também 34 profissionais de saúde infectados desde o início.
No Uganda, já existem 19 casos confirmados, com três novos registados recentemente. Houve também uma morte adicional, elevando o total de óbitos para dois. Quatro pacientes já receberam alta.
Durante a crise, surgiram ataques a equipas de enterro e de tratamento. A missão da ONU na RD Congo colocou três veículos blindados para apoiar as operações de saúde e segurança.
Em paralelo, os Emirados Árabes Unidos anunciaram a suspensão de vistos para cidadãos da RD Congo, Uganda e Sudão do Sul. A medida entra em vigor no sábado e não afeta voos de carga nem trânsito internacional.
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