- Médicos Sem Fronteiras alerta que o surto de ébola na RD Congo pode tornar-se um dos maiores, com sessenta mortes confirmadas em menos de um mês.
- Eve Robinson, epidemiologista de 44 anos, chegou há sete semanas para substituir temporariamente um colega num projeto de investigação.
- A médica diz que a situação não é fácil e que está preocupada.
- Era para regressar a casa esta semana, mas vai ficar mais alguns meses no território.
- A informação foi revelada em entrevista ao PÚBLICO.
O novo surto de ébola na República Democrática do Congo já contabiliza 60 mortes confirmadas em menos de um mês, segundo autoridades de saúde. A região permanece sob vigilância rigorosa e respostas médicas intensificadas.
Eve Robinson, epidemiologista de 44 anos, trabalha para Médicos Sem Fronteiras (MSF) e chegou à RD Congo há sete semanas para substituir temporariamente um colega num projecto de investigação. A sua estadia foi inicialmente planeada a curto prazo.
A jornalista do MSF afirmou, em entrevista ao PÚBLICO, que a situação não é fácil e que há preocupação com a evolução do surto. O envolvimento da organização humanitária mantém-se ativo na região, com medidas de controlo em curso.
Contexto da intervenção e perspetivas
O surto tem imposto uma resposta multidisciplinar, envolvendo equipas de vigilância, investigação clínica e apoio à população. Fontes da MSF destacam a necessidade de coordenação entre autoridades locais, congéneres internacionais e organizações parceiras para mitigar impactos.
Entre na conversa da comunidade