- Os operadores da linha SNS24 que participaram no protesto desta quarta-feira denunciaram condições de trabalho precárias e acusaram a Altice, entidade gestora, de neutralizar o impacto com reforço extraordinário de pessoal.
- Apesar da adesão de quem normalmente atende, o protesto teve impacto reduzido na operação da linha, pois a situação foi antecipada pela gestão.
- O número de operadores durante a paralisação terá duplicado, passando de cerca de trinta para aproximadamente sessenta profissionais.
- Cerca de metade dos operadores inicialmente escalados não se apresentou ao serviço durante o protesto.
- Os reforços incluíram enfermeiros e farmacêuticos já ligados ao serviço, contactados por SMS para assegurar turnos adicionais e diminuir os efeitos da paralisação.
Os trabalhadores da linha SNS24 tentaram esta quarta-feira parar a atividade, alegando condições de trabalho precárias. A Altice, entidade gestora, é acusada de neutralizar o protesto com reforços extraordinários.
Apesar da adesão entre os profissionais habituais, o protesto teve impacto reduzido na operação. A administração antecipou a situação e reforçou as equipas com profissionais que normalmente não trabalhariam nesse dia.
De cerca de 30 operadores em serviço, o número duplicou para aproximadamente 60 durante a paralisação. Os trabalhadores estimam que metade dos escalados não compareceu.
Os reforços ficaram a cargo de enfermeiros e farmacêuticos já ligados ao serviço, contactados por SMS para assegurar turnos adicionais. Argumentam que estes profissionais não tinham horário definido para aquele dia.
A linha SNS24 continua a prestar apoio e triagem telefónica aos utentes do Serviço Nacional de Saúde, mantendo um dos principais pontos de contacto com o sistema de saúde.
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