- Maria Manuela Faria terminou na semana passada o mandato à frente da ADSE.
- Foi nomeada pelo executivo de António Costa.
- Na última entrevista antes de se aposentar, afirma que deixa o sistema melhor do que o encontrou, mas defende alterações no modelo.
- Alega que, ao contrário de outros financiadores de saúde, quem entra na ADSE fica cá vitaliciamente, tornando-a o subsistema ideal para prevenção.
- Propõe que o modelo se foque na prevenção na saúde.
Maria Manuela Faria terminou na semana passada o mandato à frente da ADSE, o subsistema de proteção social na área da saúde. Em tom institucional, reconhece melhorias desde o início do seu comando e aponta caminhos para alterações, com foco na prevenção.
A propósito da sua gestão, defendia que o modelo atual precisa de mudanças para tornar a prevenção um eixo central. A ideia é desenvolver estratégias de saúde que atuem de forma proativa, orientadas para redução de riscos e melhoria de bem-estar dos beneficiários.
A nomeação ocorreu por despacho do governo chefiado por António Costa. Durante a última entrevista antes da aposentação, a ex-presidente destacou que o envolvimento vitalício dos aderentes à ADSE pode favorecer programas preventivos mais robustos no futuro.
Propostas para o futuro da ADSE
Propõe-se ajustar o funcionamento do subsistema para facilitar a implementação de medidas de saúde preventiva. A ideia é utilizar o vínculo vitalício para promover ações de longo prazo, com foco na gestão de riscos e na literacia em saúde.
Espera-se que as alterações considerem a sustentabilidade financeira e a qualidade dos serviços. A ênfase central fica na prevenção como alavanca para melhores resultados de saúde dos beneficiários e, por consequência, menor pressão nos sistemas públicos.
Entre na conversa da comunidade