- No Porto, a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados do São João tem 16.800 inscritos, incluindo utentes com e sem médico de família atribuído.
- Eliziany Buas, 42 anos, passou a ser acompanhada pela unidade em janeiro deste ano, que atende também utentes sem equipa de saúde familiar atribuída.
- O SNS tem mais de 1,6 milhões de pessoas sem médico de família atribuído, segundo dados de março no portal da Transparência.
- O projeto que dá continuidade a cuidados de saúde a quem não tem médico de família foi criado em 2024 para responder a este contingente crescente.
- A utente espera manter o acompanhamento naquela unidade no futuro.
O Porto conta com uma unidade de Cuidados de Saúde Personalizados do São João que atende utentes com e sem médico de família atribuído. A unidade tem 16.800 inscritos, reforçando a circulação de cuidados contínuos na região.
Eliziany Buas, 42 anos, começou a ser seguida por um médico na unidade em janeiro deste ano, mantendo-se na prática de recorrer ao serviço mesmo sem equipa de saúde familiar atribuída. Ela é uma das utentes que beneficia deste modelo de atendimento.
O projecto nasceu em 2024 para responder ao aumento de utentes sem clínico de família, assegurando continuidade e acessibilidade aos cuidados de saúde. Dados divulgados indicam que mais de 1,6 milhões de pessoas no SNS não têm médico de família atribuído, com números relativos a março no portal da transparência.
Contexto
A iniciativa do São João visa integrar utentes sem médico de família, mantendo acompanhamento médico e facilitando o acesso a consultas. Este modelo pretende reduzir lacunas no atendimento e promover a continuidade de cuidados no SNS.
O objetivo é ampliar a cobertura em distritos com carência de médicos de família, sem descurar os utentes já inscritos com equipa de saúde. O programa enfatiza a disponibilidade de serviços e a proximidade de cuidados.
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