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Não à legalização da cannabis: os riscos para a saúde são conhecidos

ICAD mantém posição contrária à legalização da cannabis, sublinhando riscos à saúde pública, dependência e possível surgimento de psicose, sobretudo em jovens

A psiquiatra Joana Teixeira preside ao Instituto para os Comportamentos Aditivos e Dependências desde Janeiro deste ano
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  • Joana Teixeira, psiquiatra e presidente do ICAD, diz que não pode apoiar a legalização da cannabis por causa dos riscos para a saúde.
  • A dependência de cannabis tem vindo a crescer, segundo a responsável.
  • O consumo pode desencadear patologias psicóticas, como esquizofrenia, sobretudo em indivíduos predispostos.
  • O ICAD baseia a sua posição em evidências científicas que apontam efeitos nocivos do consumo, especialmente para jovens.
  • A prioridade, segundo a dirigente, é a prevenção e o tratamento das dependências, bem como sensibilizar a sociedade para os riscos.

A presidente do ICAD, Joana Teixeira, voltou a defender que não é favorável à legalização da cannabis, destacando riscos conhecidos para a saúde associados ao consumo. A posição é baseada no trabalho do Instituto para os Comportamentos Aditivos e Dependências, dirigido desde janeiro deste ano.

Teixeira alertou para a dependência crescente de cannabis e para a possibilidade de surgimento de patologias psicóticas, como esquizofrenia, especialmente em pessoas predispostas. A declaração foi feita no âmbito de recomendações do ICAD sobre políticas públicas.

A especialista sublinhou que os riscos à saúde são bem estabelecidos e que a legalização não deve ser encarada como solução para os problemas de uso. O ICAD mantém posição contrária à legalização por impactos na saúde pública.

Posição do ICAD e prevenção

A presidente do instituto enfatizou a prioridade da prevenção e do tratamento das dependências, bem como a sensibilização da população para os riscos associados ao consumo de cannabis. Foi reiterada a necessidade de estratégias de saúde pública baseadas em evidências.

A organização ressalvou que a evidência científica aponta efeitos nocivos do consumo, sobretudo entre jovens e indivíduos com predisposição a patologias mentais. A comunicação pública deve refletir esses dados para orientar políticas e ações de saúde.

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