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SNS24 fica indisponível após notícia sobre acesso ilegal a dados de crianças

SNS24 ficou indisponível após o CM revelar acesso indevido a dados de utentes, incluindo menores, com credenciais de médico supostamente usadas

Mensagem no portal SNS24 diz que ocorreu erro de autenticação, mesmo quando feita através do uso da chave móvel digital
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  • O acesso dos utentes à área pessoal no portal SNS24 está indisponível na manhã de sexta-feira, com a mensagem “erro no processo de autenticação”.
  • A indisponibilidade surge minutos após o CM ter noticiado que credenciais de um médico foram usadas para acesso indevido a dados de milhares de utentes.
  • O CM apurou que o médico cujas credenciais aparecem no SNS24 já não trabalha naquela unidade há vários anos e poderá estar a operar na região do Minho.
  • O CM recebeu denúncias de acessos indevidos a processos clínicos de menores e de utentes em geral, com centenas de chamadas ao Centro de Saúde de Miranda do Corvo desde quinta-feira.
  • A SPMS não comenta casos específicos de segurança e pediu esclarecimentos à Entidade Reguladora da Saúde e à Ordem dos Médicos, que também aguardam respostas.

O acesso à área pessoal no SNS24 está indisponível na manhã desta sexta-feira. O afastamento acontece pouco depois de o CM reportar um acesso indevido a dados de utentes.

Segundo o CM, credenciais de um médico teriam sido usadas para aceder aos dados de milhares de utentes em todo o país. O portal mostra uma mensagem de erro no processo de autenticação.

O CM pediu esclarecimentos às Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, que aguardam resposta. A situação foi alvo de várias denúncias nos últimos dias.

Respostas oficiais

Nas últimas 48 horas, utentes de várias regiões relataram acessos indevidos a processos clínicos, incluindo de menores. O Centro de Saúde de Miranda do Corvo reconheceu ter recebido dezenas de chamadas e pediu queixas às autoridades; o médico envolvido já não trabalha lá há anos e situa-se hoje na região do Minho.

A SPMS afirmou não comentar casos concretos relacionados com segurança ou cibersegurança, salientando a necessidade de boas práticas por parte de todos os utilizadores. Também foi solicitado esclarecimento à Entidade Reguladora da Saúde e à Ordem dos Médicos, cuja resposta ainda não chegou.

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