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Técnicos de emergência pré-hospitalar em vigília contra nova lei do INEM

Técnicos em vigília contra a nova lei orgânica do INEM denunciam redução de ambulâncias e da capacidade de resposta, com greve geral marcada para 3 de junho

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  • Técnicos de emergência pré-hospitalar realizaram uma vigília de protesto contra a nova lei orgânica do INEM, promovida pelo STEPH e com participação da Comissão de Trabalhadores do INEM.
  • A ação contou com faixas e mensagens como “Salvar a emergência do INEM” e “Refundação não é destruição”, denunciando a prevista redução de capacidade de resposta do instituto.
  • Os responsáveis sindicais apontam que a reforma pode diminuir o número de ambulâncias, a capacidade de transporte de doentes e a formação, e abrir espaço a intervenções de entidades privadas sem formação adequada.
  • O STEPH afirmou que vai apresentar um manifesto ao Ministério da Saúde, pedindo manutenção e reforço de ambulâncias, missão operacional do INEM e melhoria da formação profissional.
  • Até cerca das 15h30, a vigília contou com entre 100 e 150 trabalhadores, que também aderiram à greve geral marcada para 3 de junho.

Uma vigília de técnicos de emergência pré-hospitalar mostrou-se hoje contra a nova lei orgânica do INEM, reunindo várias dezenas de trabalhadores. Os protestos, promovidos pelo STEPH com a participação da Comissão de Trabalhadores do INEM, aconteceram junto ao Ministério da Saúde. O objetivo é alertar para o que consideram uma reforma prejudicial, que pode reduzir a capacidade de resposta do instituto.

Durante a ação, os participantes vestiram t-shirts brancas com mensagens contra a reorganização e seguraram cartazes dirigidos ao Governo e à ministra Ana Paula Martins. Os organizadores disseram que a vigília expressa o descontentamento com a forma como a reforma foi apresentada, designando-a como uma destruição lenta do INEM.

Segundo Rui Lázaro, presidente do STEPH, as medidas previstas na nova lei orgânica, já conhecidas pela imprensa e pelo Governo, apontam para reduções na frota de ambulâncias, na capacidade de transporte de doentes e na formação prestada. O líder sindical afirmou que o objetivo é evitar que o INEM se torne menos capaz de responder a emergências.

A vigília contou com a adesão de cerca de 100 a 150 trabalhadores, segundo estimativas da organização, e prolongou‑se até perto das 15h30. Na ocasião, o coordenador da Comissão de Trabalhadores do INEM indicou a necessidade de manter a atuação do instituto em termos operacionais, argumentando que a reforma pode diminuir o serviço à população.

Medidas exigidas pelo sindicato

O STEPH vai entregar no Ministério da Saúde um manifesto em defesa do INEM e da Emergência Médica Pré-Hospitalar. Entre as exigências estão a manutenção e reforço do número de ambulâncias dedicadas à emergência pré-hospitalar, a preservação da missão operacional do INEM e o reforço da formação e qualificação dos profissionais.

Lázaro disse que o documento também expõe preocupações sobre medidas consideradas prejudiciais ao INEM e ao sistema de emergência médico em Portugal, e propõe direções a seguir na reorganização. O líder acrescentou que, até novembro de 2025, o plano governamental parecia envolver mais diretamente os profissionais e prometia melhores cuidados.

O presidente do STEPH afirmou que, desde a entrada do atual presidente do INEM, Luís Cabral, houve uma mudança significativa na direção, com medidas contrárias ao que tinha sido anunciado. A comissão dos trabalhadores reforçou a necessidade de envolver os profissionais no processo de reorganização.

A vigília contou com a presença de representantes da Comissão de Trabalhadores do INEM, que destacaram a importância de apoiar os profissionais diante das medidas discutidas. O grupo afirmou que a retirada de meios pode comprometer a capacidade de socorro do sistema público de emergência.

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