- As regras para aceder à rede gratuita da Creche Feliz mudaram a 9 de abril, gerando dúvidas entre pais e instituições.
- O período de transição previsto para o sector social e solidário foi alargado também aos privados aderentes à rede de creches gratuita.
- Com as dúvidas a acumular‑se, o Instituto da Segurança Social admite um regime de transição para este ano.
- O regime permite combinar a nova solução — inscrição obrigatória no portal da Segurança Social — com a forma de inscrição utilizada até agora.
- A assistência explica que a mudança não foi devidamente comunicada, o que tem criado confusão entre as famílias e as instituições envolvidas.
As regras de acesso à rede gratuita da Creche Feliz mudaram a 9 de Abril, gerando confusão entre pais, instituições e o sector envolvido. A alteração chegou sem explicação detalhada aos interessados, o que tem gerado dúvidas.
A mudança, que era prevista para o sector social e solidário, foi alargada aos privados aderentes à rede de creches gratuitas. A extensão surpreendeu muitos operadores que já utilizavam o sistema anterior.
Segundo a associação que representa o sector, as alterações não foram devidamente comunicadas aos intervenientes. Este desfasamento entre comunicação e prática tem accentuado a incerteza.
O Instituto da Segurança Social (ISS) reconhece a necessidade de um regime de transição para este ano. O foco passa por permitir a integração entre a nova solução e a forma de inscrição anterior.
De acordo com o ISS, a nova solução obriga a inscrição no portal da Segurança Social. Simultaneamente, mantém-se disponível a alternativa de inscrição usada até ao momento, durante o período de transição.
Entre na conversa da comunidade