- A moda atual aposta em patches para borbulhas coloridos e com formatos como flor, nuvem, estrela, lua ou cogumelo.
- O fenómeno ganhou notoriedade com Hailey Bieber, que usa patches no rosto, associados à marca Rhode Skin da própria influencer.
- Além da Rhode Skin, outras marcas também vendem estes autocolantes, incluindo Kiko Milano e Tiger.
- O objetivo é reduzir a visibilidade das borbulhas, tornando-as mais planas e menos vermelhas.
- Perante a variedade de designs, questiona-se se os patches são, de facto, eficazes na prática.
Há patches para borbulhas que ganharam popularidade recentemente, com modelos coloridos e formatos variados. A tendência surgiu para tornar o uso mais divertido, além de cumprir uma função estética.
O foco não é apenas a aparência. Fabricantes dizem que os autocolantes ajudam a reduzir a vermelhidão, nivelar a pele e acelerar a cicatrização, ao absorver o excesso de oleosidade. Diversas marcas participam no mercado.
Entre os nomes em voga estão Rhode Skin, criado pela cantora Hailey Bieber, e outras empresas como Kiko Milano e Tiger. Os patches aparecem em cores ou transparentes, com designs como flores, nuvens ou estrelas.
Eficácia em análise
Especialistas divergem quanto à eficácia real, sobretudo consoante o tipo de borbulha e o estágio da inflamação. Em geral, ajudam a proteger a roupa da pele e a reduzir exposição a bactérias, mas não substituem tratamentos dermatológicos.
Quando usar e limites
Os patches destinam-se a borbulhas de acne inflamadas ou com pus, não a irritações variadas. Devem ser usados apenas no lado externo da pele, seguindo as instruções do fabricante e, se necessário, aconselhados por um dermatologista.
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