- O Governo reviu em baixa a meta de dar médico de família a utentes com apoio de privados: de 360 mil utentes em 2025 para mais 60 mil até 2029.
- Duas unidades foram adjudicadas a uma empresa especializada em videoconsulta.
- Os centros de saúde geridos por privados ou por entidades sociais (USF-C) continuam atrasados.
- As convenções com médicos privados de medicina geral e familiar ainda não avançaram.
- A ambição mantém-se, mas o objetivo atual é cobrir 60 mil utentes até 2029 com a ajuda de privados.
O Governo reviu em baixa as metas para dar médico de família a mais utentes, recorrendo a apoio privado. A proposta de lei indica que convenções e USF-C vão aumentar a disponibilidade para 60 mil utentes até 2029.
Duas unidades foram adjudicadas a uma empresa especializada em videoconsulta, para facilitar o acesso a médicos de família. A medida insere-se num conjunto de ações para ampliar cobertura, segundo o conteúdo da proposta.
Os centros de saúde geridos pelos setores privado ou social, as USF-C, aparecem atrasados na implementação. Além disso, as convenções com médicos de medicina geral e familiar privados ainda não avançaram.
A ambição de ampliar o acesso mantém-se, mas o Governo reduziu as metas, justificando a necessidade de integrar parceiros privados para acelerar a expansão, dada a atual fase de implementação.
Progresso e Desafios
A proposta aponta que o objetivo é alcançar 60 mil utentes adicionais até 2029 com o apoio de privados, compensando atrasos na criação das USF-C e na celebração de convenções com médicos privados.
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