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Bragança pode perder ambulância SIV do INEM, alerta sindicato

Bragança pode ficar sem uma ambulância SIV do INEM, elevando a mortalidade no Interior

As duas ambulâncias SIV - Suporte Imediato de Vida - estão atualmente sediadas em Mirandela e Mogadouro
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  • O distrito de Bragança pode perder uma das duas ambulâncias SIV (Suporte Imediato de Vida) do INEM, atualmente sediadas em Mirandela e Mogadouro.
  • O presidente do Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar do INEM, Rui Lázaro, afirmou que “vai morrer mais gente no Interior do país”.
  • Na conferência de imprensa do Conselho de Ministros, foi aprovada a lei orgânica do INEM.
  • A ministra da Saúde disse que as ambulâncias próprias do INEM vão passar a ficar integradas nas Unidades Locais de Saúde, com pelo menos uma ambulância SIV e uma ambulância de emergência médica na retaguarda apenas com técnicos para transferências hospitalares.

O sindicato que representa os Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar do INEM alertou para a possibilidade de o distrito de Bragança perder uma das duas ambulâncias SIV (Suporte Imediato de Vida) atualmente sediadas em Mirandela e Mogadouro. A posição foi partilhada durante uma conferência de imprensa.

O porta-voz do sindicato explicou que, na leitura da lei orgânica do INEM, a ministra da Saúde indicou que as ambulâncias próprias do INEM seriam integradas nas Unidades Locais de Saúde. Cada unidade ficaria com uma ambulância SIV e uma ambulância de emergência médica, com a segunda a funcionar apenas para transferências hospitalares.

Segundo o sindicato, a mudança poderá afetar a cobertura no Interior, aumentando a distância e o tempo de resposta em algumas situações. Os representantes defendem que a rede de emergência deverá manter a capacidade atual de resposta para evitar lacunas no serviço.

Fontes oficiais já haviam anunciado reformas para adaptar a gestão das ambulâncias, com foco na integração em estruturas locais. A medida pretende, segundo o governo, melhorar a coordenação e reduzir a duplicação de recursos entre serviços de urgência.

Até ao momento, não foram divulgados prazos para a implementação nem detalhes sobre eventuais impactos operacionais em Bragança. As autoridades prometem que a avaliação de necessidades seguirá em análise.

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