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Greve de um dia de enfermeiros de todos os setores

Greve nacional de enfermagem exige contratações, fim de precários, retroativos e 35 horas; protesto em Lisboa entre Campo Pequeno e o Ministério da Saúde

Enfermeiros protestam em Lisboa
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  • Os enfermeiros dos setores público, privado e social vão realizar uma greve nacional, convocada pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), nesta terça-feira.
  • A paralisação abrange os turnos da manhã e da tarde, com uma manifestação em Lisboa entre o Campo Pequeno e o Ministério da Saúde.
  • Exigem soluções como contratação de mais profissionais, fim de contratos precários e o pagamento de retroativos entre 2018 e 2021 relativos à progressão na carreira.
  • O SEP defende um horário de 35 horas semanais para todos e rejeita o pacote laboral do Governo e o novo Acordo Coletivo de Trabalho em negociação.
  • O sindicato aposta numa grande adesão, lembrando que a última greve nacional dos enfermeiros, em março, teve cerca de 71% de adesão segundo o SEP.

O Sindicato do Enfermeiros Portugueses (SEP) convocou uma greve nacional para today, com participação de profissionais de setores público, privado e social. A paralisação ocorre na terça-feira, cobrindo turnos da manhã e da tarde, e inclui uma manifestação em Lisboa, do Campo Pequeno ao Ministério da Saúde.

A greve tem como objetivo obter soluções para problemas antigos no SNS e noutros setores, reclamações que se estendem há anos. O pré-aviso abrange todos os enfermeiros, independentemente do local de trabalho.

Motivações e propostas

Entre as reivindicações, o SEP exige a contratação de mais profissionais, o fim de contratos precários e o pagamento de retroativos de 2018 a 2021 relativos à progressão na carreira. Também pede horário de 35 horas semanais para todos.

O sindicato contesta o pacote laboral proposto pelo Governo e a negociação de um novo Acordo Coletivo de Trabalho, alegando que estas medidas podem reduzir rendimentos e agravar problemas existentes.

Avaliação de desempenho e adesão prevista

O SEP defende uma avaliação de desempenho justa, sem quotas, baseada na prestação de cuidados e nas funções exercidas. A estrutura sindical prevê grande adesão, apesar de os serviços mínimos serem ampliados por decisões judiciais.

A última greve nacional para enfermagem, em 20 de março, teve adesão de cerca de 71%, segundo o SEP, com o Tribunal Arbitral a aumentar os serviços mínimos em paralisações anteriores.

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