- No dia internacional da fibromialgia, o programa “Olá, Bom dia” ouviu quem vive com a doença, que afeta milhares de pessoas em todo o mundo.
- A fibromialgia causa dores musculares e fadiga, dificultando atividades diárias, como sair de casa.
- Maria, 45 anos, diz que a dor é tão intensa que, por vezes, não consegue sequer levantar da cama.
- Especialistas destacam que a doença é pouco compreendida e, muitas vezes, mal diagnosticada, com sintomas que variam entre pessoas.
- Embora não tenha cura, existem tratamentos que aliviam os sintomas e melhoram a qualidade de vida; a fibromialgia afeta principalmente mulheres, em quatro em cada cinco casos.
O Dia Internacional da Fibromialgia foi o tema central do programa Olá, Bom dia, que ouviu pessoas que vivem com a doença. A fibromialgia afeta milhares em todo o mundo, com uma prevalência maior entre as mulheres.
A doença provoca dores musculares persistentes e fadiga, dificultando a atividade quotidiana. Os sintomas variam entre pessoas, o que complica o diagnóstico e o tratamento.
A Maria, 45 anos, relata que a condição mudou a sua rotina diária. Em muitos dias não consegue sair de casa, e a dor pode impedir mesmo de levantar da cama.
Contexto e impacto
Especialistas destacam que a fibromialgia é pouco compreendida e muitas vezes mal diagnosticada. Não há cura, mas existem tratamentos que aliviam sinais, melhorando a qualidade de vida dos doentes.
Maria descreve que, apesar das dificuldades, mantém uma rotina de exercícios leves e uma alimentação equilibrada. A esperança é de que surja uma cura para esta doença.
A fibromialgia afeta predominantemente as mulheres, com uma proporção de quatro casos para cada homem. O foco terapêutico continua na gestão de sintomas e na melhoria da funcionalidade diária.
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