- No total de 147 pessoas a bordo do MV Hondius, há oito casos confirmados de hantavírus e três mortes.
- Existem casos suspeitos a serem investigados em Espanha, Reino Unido e Singapura.
- A conclusão definitiva depende do fim do período de incubação, que pode ir até oito semanas.
- A fotografia completa do surto deverá ficar definida em junho, com o término da janela de incubação.
- A covid‑19 e o hantavírus são doenças distintas, conforme afirmou Bernardo Mateiro Gomes.
Entre 147 passageiros a bordo do MV Hondius, já foram confirmados oito casos de hantavírus, com três mortes, após o alerta à Organização Mundial da Saúde feito há uma semana. O vírus em questão é o hantavírus dos Andes, cuja transmissão pessoa a pessoa já foi documentada, embora seja extremamente rara.
A incubação prolongada complica o rastreio: os casos suspeitos continuam sendo avaliados, em vários países, incluindo Espanha, Reino Unido e Singapura. As autoridades de saúde monitorizam novas ocorrências enquanto não se conclui o quadro definitivo.
O cenário definitivo deverá ficar mais claro em junho, data em que termina o período máximo de incubação de oito semanas. A análise visa confirmar se haverá mais infecção entre passageiros ou tripulação e se há necessidade de medidas adicionais.
Bernardo Mateiro Gomes informou que a covid-19 e este hantavírus são situações distintas, destacando que a evolução atual exige cautela contínua e verificação de cada caso para evitar conclusões precipitadas.
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