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Cidadão português permanece no MV Hondius com hantavírus, rumo aos Países Baixos

Português permanece a bordo do MV Hondius, que seguirá para os Países Baixos; repatrição de mais de 100 passageiros acontece a partir de Tenerife

Profissionais de saúde e ambulâncias preparam-se para lidar com o risco de hantavírus
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  • Um cidadão português a bordo continuará no MV Hondius até aos Países Baixos, sem ser repatriado a partir das Canárias.
  • Serão desembarcadas nas Canárias mais de 100 pessoas, para repatriação a partir de Tenerife, em aviões de vários países e da União Europeia.
  • Permanecem no navio 147 ocupantes, de 23 nacionalidades, incluindo passageiros, tripulação e pessoal médico da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC).
  • Vão manter-se a bordo 43 membros da tripulação, que seguirão viagem para os Países Baixos, onde está registada a propriedade do navio.
  • A OMS confirmou seis casos de hantavírus (de oito suspeitos); três pessoas morreram, e, no momento, nenhum dos doentes ou suspeitos apresenta sintomas.

O navio MV Hondius mantém-se em operação após ser detetado um surto de hantavírus a bordo, com 147 pessoas de 23 nacionalidades. Um cidadão português integra a tripulação que seguirá rumo aos Países Baixos, sem ser repatriado a partir das Canárias.

As autoridades portuguesas confirmaram que o único português a bordo não reside em Portugal e continuará a viagem até aos Países Baixos. A saída de Portugal será efetuada apenas para os cidadãos com residência nos seus países de origem.

O navio esteve em quarentena em Cabo Verde e deverá chegar às Canárias, em Tenerife, nas próximas horas. Mais de 100 passageiros e tripulantes serão repatriados a partir de Tenerife, por aviões de vários Estados-membros da UE.

Operação de repatriamento

Quarenta e três membros da tripulação permanecerão a bordo para completar o percurso até aos Países Baixos, onde está registada a propriedade do navio. O restante grupo a bordo envolve médicos da OMS e do ECDC, além de passageiros.

A OMS afirmou que Tenerife é o porto com melhores condições logísticas e de segurança para a operação, que ocorre perto do local onde o barco foi colocado em alerta sanitário. O organismo ressalvou que, até ao momento, não há sintomas de doença entre as pessoas a bordo.

A identificação de hantavírus no Hondius envolve o hantavírus Andes, uma variante rara que pode transmitir-se entre pessoas. Até agora, são seis casos confirmados entre oito suspeitos, com três óbitos. Os pacientes não se encontram no navio neste momento.

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