- Tiago Coimbra recebeu um dispositivo de neuromodulação que envia estímulos eléctricos junto a uma lesão no braço direito, para tratar dor crónica de oito anos.
- A dor neuropática tornou-se menos intensa e mais silenciosa após a colocação do dispositivo.
- O jovem afirma que já consegue fazer planos a longo prazo sem o risco de se isolar devido à dor.
- Lisboa acolhe o Congresso Mundial de Neuromodulação, reunindo especialistas e partilhando avanços na área.
- O caso de Coimbra ilustra o potencial da neuromodulação para melhorar a qualidade de vida de pessoas com dor persistente.
Tiago Coimbra viu a dor crónica diminuir graças a um dispositivo de neuromodulação. O implante envia estímulos eléctricos junto a uma lesão no braço direito, reduzindo o ruído constante da dor que o acompanhou durante oito anos. O paciente descreve a mudança como fundamental para lidar com a condição.
A intervenção permitiu-lhe manter contactos com amigos e planeamento a longo prazo, sem o risco de isolamento. Coimbra afirma que a dor neuropática ficou significativamente mais silenciosa após a intervenção, e que a qualidade de vida melhorou.
Lisboa acolhe o Congresso Mundial de Neuromodulação, evento que reúne especialistas para partilhar avanços e estratégias terapêuticas. O encontro permite acompanhar resultados clínicos, protocolos de avaliação e potenciais aplicações futuras da técnica.
Congresso Mundial de Neuromodulação
O evento destaca a progressão de dispositivos que modulam sinais nervosos para o tratamento da dor. Organismos de saúde, investigadores e médicos debatem impactos, custos e acessibilidade das terapias em diferentes contextos clínicos.
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