- Um estudo do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP) associa a amamentação a um atraso no início da puberdade nas raparigas.
- A investigação, publicada na revista The Journal of Nutrition, indica que raparigas amamentadas entram na puberdade mais tarde do que aquelas alimentadas com leite de terceiros.
- Em mulheres, a amamentação com leite materno esteve ligada a um desenvolvimento pubertário menos acelerado aos dez anos.
- A conclusão sugere que a amamentação pode funcionar como fator protetor contra a puberdade precoce, com implicações para a saúde pública.
Um estudo do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP) associou a amamentação com um início mais tardio da puberdade nas raparigas. A investigação foi publicada recentemente na revista The Journal of Nutrition.
Conduzido com base em dados de raparigas portuguesas, o estudo explica que a amamentação com leite materno se revelou um fator associado a um desenvolvimento pubertário menos avançado aos dez anos de idade. A análise aponta para benefícios a longo prazo na progressão da puberdade.
Os investigadores destacam que a tendência para uma puberdade mais precoce tem impactos na saúde pública, aumentando o risco de várias doenças na idade adulta. O trabalho reforça o papel da alimentação na primeira infância como elemento relevante para o desenvolvimento hormonal.
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