- Cinco crianças com perturbação do espetro do autismo viajaram de Portugal à Polónia para um tratamento experimental com células estaminais, no âmbito de um programa europeu de acesso alargado.
- Entre as crianças está Caetano, de cinco anos, do distrito de Castelo Branco, cuja família espera melhorias na qualidade de vida.
- O tratamento é ainda experimental em crianças com perturbações do neurodesenvolvimento, mas existem dados que apontam para possíveis benefícios na comunicação, atenção e função neurológica em alguns grupos.
- Os resultados variam entre casos e não há garantias de sucesso; o acompanhamento é necessário para avaliar efeitos a longo prazo.
- A notícia inclui relatos de mudanças observadas pelo familiar após as primeiras semanas de tratamento.
Cinco crianças com perturbação do espetro do autismo (PEA) viajaram este mês de Portugal para a Polónia para realizar um tratamento experimental com células estaminais, no âmbito de um programa europeu de acesso alargado. O objetivo é avaliar possíveis benefícios no neurodesenvolvimento, ainda que a abordagem seja experimental.
O grupo integra jovens de diferentes regiões do país, incluindo o caso de Caetano, um rapaz de cinco anos do distrito de Castelo Branco. A família procura, através desta intervenção, melhorar aspetos como a comunicação, a atenção e a função neurológica, esperançada em avanços médicos recentes.
Para além das promessas associadas a esta linha de tratamento, os investigadores ressaltam que os dados disponíveis são preliminares e que os benefícios variam entre indivíduos. O programa de acesso alargado visa facilitar a participação de crianças com PEA em ensaios terapêuticos ainda em fase inicial.
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