- Em 2025 foram 1.363 enfermeiros a pedir declarações de reconhecimento profissional para exercer fora do país, menos 211 do que em 2024 e menos 918 do que em 2023.
- Portugal forma, em média, cerca de três mil novos enfermeiros por ano, pelo que mais de um terço ainda sai do país.
- O bastonário da Ordem dos Enfermeiros considera a redução “uma vergonha nacional” e atribui-a a medidas de valorização já tomadas pelo Governo.
- Diz que é preciso desbloquear contratações e atribuir enfermeiro de família a utentes sem médico.
- Mantém o foco na necessidade de sinais adicionais para travar a emigração, sem comprometer a qualidade do serviço de saúde.
O número de enfermeiros a pedir declarações de reconhecimento profissional para trabalhar no estrangeiro caiu em 2025, fixando-se em 1363. Foi menos 211 que em 2024 e menos 918 que em 2023.
Apesar da redução, Portugal forma, em média, cerca de 3000 novos enfermeiros por ano, o que significa que mais de um terço continua a sair do país.
O bastonário da Ordem dos Enfermeiros considera positivas algumas medidas do Governo, mas aponta que ainda são necessárias mais ações. Propõe desbloquear contratações e permitir que enfermeiros de família atendassem utentes sem médico.
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