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Menos enfermeiros a emigrar, mas mais de um terço dos formados sai

Em 2025 pediram reconhecimento profissional a 1.363 enfermeiros para trabalhar no estrangeiro; ainda assim, mais de um terço formado sai do país

No ano passado, houve 1282 enfermeiros a pensar em emigrar, menos 162 do que em 2024 (1444) e menos 407 do que em 2023
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  • Em 2025 foram 1.363 enfermeiros a pedir declarações de reconhecimento profissional para exercer fora do país, menos 211 do que em 2024 e menos 918 do que em 2023.
  • Portugal forma, em média, cerca de três mil novos enfermeiros por ano, pelo que mais de um terço ainda sai do país.
  • O bastonário da Ordem dos Enfermeiros considera a redução “uma vergonha nacional” e atribui-a a medidas de valorização já tomadas pelo Governo.
  • Diz que é preciso desbloquear contratações e atribuir enfermeiro de família a utentes sem médico.
  • Mantém o foco na necessidade de sinais adicionais para travar a emigração, sem comprometer a qualidade do serviço de saúde.

O número de enfermeiros a pedir declarações de reconhecimento profissional para trabalhar no estrangeiro caiu em 2025, fixando-se em 1363. Foi menos 211 que em 2024 e menos 918 que em 2023.

Apesar da redução, Portugal forma, em média, cerca de 3000 novos enfermeiros por ano, o que significa que mais de um terço continua a sair do país.

O bastonário da Ordem dos Enfermeiros considera positivas algumas medidas do Governo, mas aponta que ainda são necessárias mais ações. Propõe desbloquear contratações e permitir que enfermeiros de família atendassem utentes sem médico.

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