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Braga reúne famílias e hospital nos cuidados paliativos

Unidade Local de Saúde de Braga cria serviço integrado de cuidados paliativos, fortalecendo a ligação entre o hospital e as equipas domiciliárias

Cristina Rodrigues, Ana Rodrigues, Aldara Braga e Ivo Ribeiro no Hospital de Braga
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  • A Unidade Local de Saúde de Braga criou um serviço integrado de cuidados paliativos que reforça a articulação entre o centro clínico e as equipas que vão a casa tratar dos doentes.
  • O objetivo é aproximar o hospital dos pacientes em domicílio, assegurando cuidados médicos e uma abordagem mais humana.
  • O serviço envolve a cooperação entre unidades hospitalares e equipas de saúde familiar e comunitária especializadas em acompanhar doentes em casa.
  • O testemunho de Cristina Rodrigues ilustra o impacto, com visitas regulares que visam manter a melhor qualidade de vida possível, mesmo diante de um diagnóstico terminal.
  • A iniciativa pretende melhorar a coordenação entre cuidados hospitalares e domiciliários na região de Braga.

A Unidade Local de Saúde de Braga criou um serviço integrado de cuidados paliativos. A medida visa reforçar a articulação entre o centro clínico e as equipas de saúde familiar e comunitária que vão ao domicílio tratar dos doentes.

O objetivo é assegurar cuidados continuados e humanizados, mantendo a qualidade de vida dos pacientes em fim de vida. A iniciativa surge para melhorar a coordenação entre instituições e famílias.

Cristina Rodrigues, filha de um paciente de Braga, partilha que as equipas visitavam a casa com cuidados médicos e apoio emocional. O pai recebia tratamento e conforto reforçados pela atuação das equipas.

Serviço integrado de cuidados paliativos

Este novo serviço permite uma ligação mais estreita entre o hospital e as equipas que atuam no domicílio, com visitas programadas e acompanhamento clínico. A medida pretende reduzir deslocações desnecessárias e facilitar a decisão informada dos famílias.

As equipas de saúde familiar e comunitária passam a integrar-se de forma mais estruturada com o centro clínico, assegurando continuidade de cuidados. A implementação mantém o foco na dignidade do doente e na comunicação com os familiares.

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