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Sociedade guineense denuncia relação de cumplicidade entre Costa e Embaló

Sociedade civil guineense denuncia relação de Costa com Embaló como acto político consciente que legitima poder associado à repressão

António Costa recebendo Umaro Sissoco Embaló no palácio de São Bento, em Lisboa, em Outubro de 2023
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  • António Costa reuniu-se em Bruxelas com Umaro Sissoco Embaló, presidente deposto da Guiné-Bissau, e com Macky Sall, ex-Presidente do Senegal.
  • A notícia provocou reação da sociedade civil guineense, que acusa Costa de ter feito um “ato político consciente” ao encontro.
  • Os signatários dizem que a reunião representa uma escolha política com implicações claras e compromete a autoridade moral do cargo de Costa na União Europeia.
  • A denúncia sustenta que o encontro empresta legitimidade a “um poder associado à repressão”.
  • O porta-voz de Costa recusou comentar as acusações, confirmando apenas a realização da reunião.

O movimento da sociedade civil guineense acusa António Costa de manter uma relação de cumplicidade com Umaro Sissoco Embaló, referido como ditador, após uma reunião em Bruxelas com o presidente deposto da Guiné-Bissau e o ex-presidente do Senegal, Macky Sall. A denúncia aponta para um ato político consciente que, na leitura dos grupos, legitima um poder associado à repressão.

Organizações civis guineenses afirmam que o encontro, em Bruxelas, representa uma escolha política com implicações para a credibilidade moral do cargo que Costa ocupa atualmente no Conselho Europeu. A crítica sublinha que a reunião ocorre num contexto de instabilidade institucional na Guiné-Bissau.

O que está envolvido envolve três figuras: António Costa, então presidente do Conselho Europeu; Umaro Sissoco Embaló, presidente deposto da Guiné-Bissau; e Macky Sall, ex-presidente do Senegal. A reclamação sustenta que a interação com Embaló transmite legitimidade a um governo considerado por muitos fora da legalidade.

Quanto a datas exatas e ao local da reunião em Bruxelas, a informação recebida indica apenas que ocorreu na capital belga. Aparentemente, a controvérsia surgiu após a divulgação de que Costa manteve contactos com os dois líderes africanos durante a agenda oficial.

O porta-voz de Costa recusou comentar as acusações e limitou-se a confirmar a realização da reunião entre as partes. Não foram apresentadas explicações adicionais pelo lado português.

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