- O número de portugueses e lusodescendentes mortos nos sismos da Venezuela subiu para 81, com 66 desaparecidos, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).
- Desses 81 mortos, 69 tinham também nacionalidade venezuelana, incluindo 14 crianças e 67 adultos.
- O total de mortos no país desde os sismos é de 2.295, com 11.267 feridos; há 12.841 pessoas afetadas, conforme autoridades venezuelanas.
- A Presidente interina da Venezuela decretou sete dias de luto nacional; foram anunciados socorros internacionais, incluindo apoio de Portugal.
- Dois aviões da Força Aérea Portuguesa estão prontos para sair com ajuda à Venezuela e poderão transportar pessoas no regresso, com partida prevista até terça-feira; os sismos tiveram magnitude de 7,2 e 7,5, a 200 quilómetros de Caracas, com várias réplicas.
O número de portugueses e lusodescendentes mortos nos sismos que abalaram a Venezuela na quarta-feira subiu para 81, com 66 pessoas ainda desaparecidas, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE). Destas vítimas, 69 tinham também nacionalidade venezuelana, incluindo 14 crianças.
O balanço anterior apontava 79 mortes entre portugueses e lusodescendentes e 64 desaparecidos. O total de óbitos no país devido aos sismos ascendeu a 2.295, enquanto 11.267 ficaram feridos, indicaram as autoridades venezuelanas.
O presidente do parlamento, Jorge Rodríguez, informou que 12.841 pessoas ficaram afetadas pelos sismos de 24 de junho, numa atualização que elevou o total de mortos para 1.943 e feridos para 10.571. A Presidente interina Delcy Rodríguez decretou sete dias de luto nacional.
Ajuda de Portugal
O Governo de Portugal afirmou já existir socorro à Venezuela, com equipas de resgate no terreno. Emídio Sousa, secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, anunciou que dois aviões da Força Aérea Portuguesa estão prontos para partir até terça-feira para levar ajuda e, no regresso, pode trazer pessoas.
Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a cerca de 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, seguidos por centenas de réplicas, segundo o Serviço Geológico dos EUA. De 0 a 0,5% das infraestruturas ficaram gravemente danificadas em Caracas e na região de La Guaira.
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