- Luís Montenegro encerrou o congresso em Sangalhos com o anúncio de reformas, incluindo a criação de um fundo soberano para o Estado ser acionista de empresas estratégicas.
- No discurso, o líder criticou o que designou como imobilismo das oposições e o que chamou de cálculo cínico dos adversários.
- O fundo soberano terá como objetivo participações do Estado em empresas consideradas estratégicas.
- O evento ocorreu ao meio-dia de domingo, seguindo o formato tradicional dos congressos.
- A prioridade anunciada mantém o tom de propostas para o ciclo político que se abre.
Luís Montenegro encerrou o congresso com um anúncio relevante para a direção política do partido. O líder revelou a criação de um fundo soberano, com o objetivo de que o Estado seja acionista em empresas consideradas estratégicas para o país.
O anúncio foi feito durante o encerramento do evento, realizado em Sangalhos. Montenegro defendeu uma intervenção estatal mais direta em setores-chave, através de participações acionistas em empresas estratégicas.
Sobre o tom das críticas, o presidente do partido reiterou acusações de “imobilismo” e de um “cálculo cínico” por parte da oposição, mantendo o foco em medidas de reorganização do espaço político para o próximo ciclo.
A proposta de fundo soberano surge como prioridade, com a ideia de que o Estado possa participar diretamente no capital de empresas relevantes para a segurança económica e estratégica do país. Detalhes operacionais ainda não foram divulgados.
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