- O encerramento do 43.º congresso do PSD, em Anadia, no Velómetro Nacional de Sangalhos, contou com a presença de deputados dos vários partidos da oposição, que criticaram o discurso de Luís Montenegro.
- Entre os presentes estiveram Rita Matias (Chega), Belmiro Magalhães (PCP), Marcos Perestrello (PS), Jorge Pinto (Livre) e Mário Amorim Lopes (Iniciativa Liberal).
- A oposição lamentou que, segundo eles, o primeiro-ministro tenha apresentado medidas “sem orientação” durante o congresso social-democrata.
- Telmo Correia (CDS), que integra o governo com o PSD, afirmou que o Chega é, neste momento, o “principal aliado” do sindicalista da CGTP ao lado da oposição.
- O encontro ocorreu no fim de semana e reuniu ainda representantes de outras formações para partilhar leituras sobre o discurso e as medidas apresentadas pelo líder social-democrata.
O encerramento do 43.º congresso do PSD, realizado este fim de semana no Velómetro Nacional de Sangalhos, em Anadia, abriu espaço à reação da oposição. Vários deputados estiveram presentes para criticar o discurso de Luís Montenegro e o conjunto de medidas apresentadas, que classificaram como sem orientação.
Entre os presentes, estiveram Rita Matias (Chega), Belmiro Magalhães (PCP), Marcos Perestrello (PS), Jorge Pinto (Livre) e Mário Amorim Lopes (Iniciativa Liberal). A crítica centrou-se na falta de clareza das propostas e na perceção de direcção conflitante com o momento político.
Telmo Correia (CDS), que integra o executivo em conjunto com o PSD, falou em representação dos democratas-cristãos para sublinhar que o Chega é, neste momento, visto como aliado da oposição, ao lado de sindicatos da CGTP, numa leitura que aponta para consumar uma cooperação com a oposição.
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