- A Bolívia entrou em estado de emergência por 90 dias para pôr fim aos bloqueios rodoviários que, segundo o texto, mantêm paralisado o trânsito de pessoas e mercadorias há 51 dias.
- O anúncio foi feito pelo Presidente Rodrigo Paz durante a madrugada de domingo como forma de desbloquear várias estradas.
- Os bloqueios têm prejudicado o transporte de alimentos, combustíveis e outras mercadorias em várias regiões do país.
- As forças de segurança começaram a sábado a tentar desbloquear a autoestrada entre La Paz e Oruro, na região de Apacheta.
- Um acordo entre o governo e os sindicatos não foi suficiente para levantar os bloqueios após sete semanas de greves e protestos.
A Bolívia decretou estado de emergência na madrugada deste domingo, com vigência de 90 dias. A medida visa pôr fim aos bloqueios rodoviários que impedem o trânsito de pessoas e mercadorias, incluindo alimentos e combustível, em várias regiões do país.
O anúncio foi feito pelo presidente Rodrigo Paz. A decisão surge após sete semanas de greves e protestos desencadeados pelos sindicatos e pelo governo, que não conseguiram desbloquear as vias com negociações.
As forças de segurança passaram a atuar para desbloquear a autoestrada entre La Paz e Oruro, na região de Apacheta, iniciando ações já no sábado. O objetivo é restabelecer o fluxo normal de transporte e abastecimento.
Medida de exceção e contexto
A decisão de recorrer ao estado de emergência destaca a gravidade da paralisação, que já perdura há cerca de 51 dias, segundo fontes oficiais. A medida permite mobilizar forças e poderes excepcionais por 90 dias.
Fontes oficiais indicam que o governo pretende manter o foco na restauração do transporte de pessoas e mercadorias, bem como na normalização dos fornecimentos de alimentos e combustível.
Fontes e contexto
A nova orientação do Executivo busca evitar agravamentos económicos e sociais decorrentes da suspensão de serviços essenciais, mantendo canais de diálogo abertos com os sindicatos para eventuais ajustes.
Fonte: cobertura de agências internacionais sobre a decisão do governo da Bolívia.
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