- Congresso do PSD realiza-se em Sangalhos, com Luís Montenegro à frente, após a derrota da reforma laboral no Parlamento.
- O chumbo da reforma laboral condiciona a narrativa e o rumo que o partido pode tomar a partir do encontro.
- Não há oposição declarada a Montenegro, apenas críticas públicas, e o partido revê a sua orientação interna.
- O PSD centra‑se em atacar o PS e prepara o confronto com o Chega no debate interno.
- O fantasma de Pedro Passos Coelho e sondagens que indicam queda do apoio acompanham a cimeira.
O congresso do PSD, em Sangalhos, abriu com Luís Montenegro a apresentar-se numa situação marcada pela derrota da reforma laboral no Parlamento. O objetivo é galvanizar a militância, num momento em que o partido encara críticas internas e o escrutínio externo.
Sem oposição declarada a Montenegro, o plano da direção é refletir sobre o rumo seguido, articulando ataques ao PS e preparando o confronto com o Chega. A reunião acontece numa altura em que o partido procura consolidar apoio interno.
O cenário é agravado pela presença do tema que paira sobre o partido: a figura de Pedro Passos Coelho e o seu peso político no debate interno. Sondagens recentes apontam uma tendência de queda de popularity, alimentando o contexto de pressão e expectativa em relação ao congresso.
A sessão em Sangalhos visa, assim, reorientar a estratégia do partido, reforçar a mobilização dos militantes e definir uma posição coesa frente aos críticos. A reunião segue com agenda centrada em governabilidade, imagem pública e organização interna.
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