- A reforma laboral foi rejeitada na generalidade na Assembleia da República.
- Votaram contra Chega, PS, Livre, PCP, Bloco, PAN e JPP.
- Votaram a favor PSD, Iniciativa Liberal (IL) e CDS-PP.
- André Ventura e Luís Montenegro negociaram até à hora da votação, com adiamento de meia hora.
- O desfecho deixa a reforma sem aprovação neste momento.
O Governo viu a sua proposta de reforma laboral rejeitada na votação da generalidade. O diploma foi derrotado após uma frente de oposição que incluiu Chega, PS, Livre, PCP, Bloco, PAN e JPP. Mesmo assim, contou com votos favoráveis de PSD, IL e CDS-PP.
O resultado ocorreu após uma negociação prolongada entre André Ventura e Luís Montenegro. A conversa estendeu-se até perto da hora da votação e levou a um adiamento de meia hora, sem impedir a rejeição final.
Desfecho da votação
Segundo fontes da Assembleia, a mudança pretendida pelo Governo não recolheu os votos necessários para passar. A rejeição mantém a atual reforma laboral em vigor, pelo menos até a apresentação de uma proposta futura.
Próximos passos
É esperado que o Executivo avalie alternativas legislativas ou novas negociações com os partidos que apoiaram a derrota. A situação deixa em aberto o calendário de iniciativas sobre políticas laborais para os próximos meses.
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