- PSD, Chega e Governo vão votar hoje a proposta de lei da revisão laboral, em ambiente de negociações em curso.
- O líder parlamentar social-democrata, Hugo Soares, afirmou que “amanhã esta proposta vai ser aprovada”.
- A ministra do Trabalho mostrou confiança de que o Parlamento vai aceitar uma mudança para flexibilizar a lei.
- André Ventura não revelou se o Chega viabilizará a proposta, dizendo apenas que “algo vai mudar” por ação do partido.
- Chega e PSD destacam avanços, enquanto centrais sindicais prometem manter a luta contra o que consideram imobilismo.
Ainda sem decisão tomada, PSD, Chega e Governo vão enfrentar a votação da proposta de lei da revisão laboral. O processo decorre no Parlamento, com o objetivo de clarificar o rumo da flexibilização da legislação laboral. As formações envolvidas mantêm a linha de negociação para chegar a um parecer comum.
O líder parlamentar social-democrata, Hugo Soares, afirmou que espera a aprovação da proposta na sessão de amanhã. O Executivo aposta numa leitura favorável da medida por parte dos deputados. Já o líder do Chega, André Ventura, não revelou o sentido de voto, mas indicou que pode haver mudanças impulsionadas pelo partido.
Perspetivas e reações
A ministra do Trabalho mostrou-se confiante de que o Parlamento vai sinalizar a vontade de flexibilizar a lei laboral. O Governo sustenta que as mudanças são necessárias para modernizar o quadro regulatório. Entidades sindicais rejeitam o impasse e prometem manter a mobilização.
As centrais sindicais criticam o que apelidam de imobilismo da esquerda e defendem uma negociação contínua. O Chega tem repetidamente indicado que o resultado final depende do equilíbrio entre as medidas apresentadas e o apoio parlamentar. O debate continua sem anúncio oficial sobre a votação final.
Entre na conversa da comunidade