- O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o Estreito de Ormuz ficará totalmente reaberto à navegação até sexta-feira.
- A promessa foi feita durante um encontro com o presidente dos Emirados Árabes Unidos, à margem da cimeira do G7.
- O objetivo insere-se no âmbito de um acordo alcançado entre os Estados Unidos e o Irão.
- A declaração foi feita em tom direto, sem indicar detalhes operacionais ou data exata para a implementação.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou hoje que o Estreito de Ormuz ficará totalmente reaberto à navegação até sexta-feira, como parte de um acordo com o Irão. A declaração foi feita durante uma reunião com o presidente dos Emirados Árabes Unidos, à margem da cimeira do G7. A imprensa descreve o compromisso como um passo para facilitar o tráfego marítimo na região.
Trump indicou que a reabertura é garantida pela negociação entre Washington e Teerão, sem detalhar mecanismos ou salvaguardas a implementar. O anúncio surge num contexto de tensões históricas na zona, com grande importância estratégica e económica para o fornecimento global de petróleo.
Autoridades norte-americanas não facilitaram de imediato informações sobre prazos operacionais ou quem conduzirá as operações no estreito. O Irão não divulgou comentários oficiais até ao momento, mantendo a posição habitual de que qualquer acordo é resultado de negociações multilateral.
Contexto do acordo
A reabertura total do Estreito de Ormuz depende de compromissos entre as partes envolvidas, segundo fontes oficiais. O estreito, vital para o tráfego de petróleo, tem histórico de bloqueios e interrupções que impactam os mercados globais. Analistas aguardam detalhamentos sobre a implementação.
Fontes próximas citam ainda que a declaração ocorreu durante a cimeira do G7, em que líderes discutem segurança regional, energia e diplomacia. Vizinhos e parceiros na região acompanham com cautela o desfecho de eventuais acordo entre EUA e Irão.
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