- Na terça-feira, após uma reunião de hora e meia com o primeiro-ministro, André Ventura disse que ainda não foi possível chegar a um entendimento para viabilizar a reforma laboral.
- O Chega e o Governo identificaram os pontos de convergência e divergência entre as suas posições.
- Ventura indicou que a decisão final ficará para depois do trabalho que decorrerá nas próximas horas.
- Não houve acordo para já.
O líder do Chega, André Ventura, afirmou após uma reunião de hora e meia com o primeiro-ministro que ainda não houve entendimento para viabilizar a reforma laboral. O encontro ocorreu hoje, em Lisboa, no âmbito das negociações em curso.
Ventura disse que ficaram claros os pontos de convergência e de divergência entre as partes. A decisão final, explicou, ficará pendente do que resultar do trabalho que se seguirá nas próximas horas.
A reunião, que durou cerca de 90 minutos, teve como objetivo discutir alterações à lei laboral. O Chega mantém a posição de não aceitar um acordo que não seja viável para o seu programa político, sempre dentro daquilo que considera essencial para o país.
Pontos em discussão
O líder do Chega indicou que a avaliação dos pontos críticos continua em curso. Em breve haverá uma nova atualização sobre o estado das negociações e os próximos passos.
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