Em Alta Copa do Mundo futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

CDS-PP discorda do veto de Seguro sobre bandeiras e pretende confirmar diploma

CDS-PP discorda do veto do Presidente ao decreto sobre bandeiras e quer confirmar o diploma com nova votação por maioria absoluta

João Almeida, CDS
0:00
Carregando...
0:00
  • O Presidente da República vetou o decreto sobre regras de utilização de bandeiras em edifícios públicos, aprovado em abril com votos de PSD, Chega e CDS-PP.
  • O CDS-PP afirmou discordar do veto de António José Seguro e pretende confirmar o diploma votando novamente a favor.
  • Para confirmar o decreto vetado, é necessária uma nova votação com maioria absoluta; basta repetir a primeira votação.
  • O Presidente justificou o veto com a diferença entre causas humanitárias com reconhecimento e posições político-partidárias, defendendo a neutralidade dos espaços institucionais.
  • O CDS-PP mantém o objetivo de limitar a hastear bandeiras, e admite possíveis alterações pontuais, dependendo do desfecho do processo na Assembleia da República.

O CDS-PP discorda do veto do Presidente da República ao decreto sobre as regras de utilização de bandeiras em edifícios públicos e quer confirmar o diploma. A decisão presidencial devolveu o diploma ao Parlamento sem promulgação.

O veto foi anunciado após a aprovação do decreto em abril, com os votos do PSD, Chega e CDS-PP. O Presidente António José Seguro justificou a recusa com a necessidade de preservar a neutralidade e a dignidade dos espaços públicos, distinguindo causas humanitárias com reconhecimento constitucional de posições político-partidárias.

Para confirmar o decreto, o Parlamento terá de o reapreciar pela mesma maioria absoluta, bastando a repetição da primeira votação. Se houver alterações, o Presidente poderá promulgar, vetar novamente ou remetê-lo ao Tribunal Constitucional.

CDS-PP afirma que manterá o princípio de limitar o hasteamento de bandeiras e que as bandeiras devem ser símbolos de unidade. O partido não adianta garantias de voto do PSD, optando por considerar o processo regulatório já definido e avaliando a posição dos restantes parceiros de coligação.

João Almeida, deputado do CDS-PP, admitiu a possibilidade de alterações pontuais, mantendo o essencial objetivo de restringir bandeiras de natureza ideológica. O diploma foi inicialmente alvo de debates no Parlamento, com apoio do PSD, Chega e CDS-PP, frente a críticas de PS, PAN, Livre, BE e PCP e abstenção da IL.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais