- Pelas nove horas, vozes declamaram sonetos de Camões no Cerrado do Bailão, Angra do Heroísmo, preparando a cerimónia militar do dez de junho.
- As três Forças Armadas estavam em parada frente a dezenas de convidados, com a tribuna já ocupada, mas o relvado junto ao público ainda pouco populado.
- O Presidente da República, António José Seguro, chegou e recebeu aplausos à sua entrada e saída.
- A cerimónia contou com desfile, vinte e um tiros de honra e o sobrevoo de quatro aeronaves.
- O público presente foi reduzido, com poucas pessoas a assistir ao evento.
O primeiro 10 de Junho do mandato do novo Presidente teve pouca adesão pública. António José Seguro assistiu ao desfile, com a cerimónia marcada por 21 tiros, quatro aeronaves a sobrevoar o céu e a leitura de sonetos de Camões durante o cerimonial.
Pelas 9h, o Cerrado do Bailão, na Angra do Heroísmo, recebia a cerimónia militar do 10 de Junho. Os três ramos das Forças Armadas estavam em parada, diante de convidados que ocupavam, aos poucos, os lugares à beira da tribuna. O relvado manteve-se relativamente pouco povoado.
Desfile, discurso e contexto
A cerimónia incluiu um desfile militar com a participação das três forças, acompanhado pela sonoplastia de leituras de Camões. Os presentes bateram palmas na passagem de Seguro pela entrada e pela saída da tribuna, num momento de protocolo que decorreu com contornos mais contidos do que o habitual.
O cronograma previsto contemplava ainda o ar com a passagem de quatro aeronaves sobre o local. O objetivo oficial da cerimónia centrou-se na expressão de homenagem ao feriado, sem grandes movimentações políticas no recinto. Não foram anunciadas alterações significativas ao programa que tradicionalmente acompanha a data.
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