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Vídeo mostra altercação durante a Assembleia de Freguesia de Vila do Conde

Confronto na Assembleia de Freguesia de Vila do Conde envolve agressões, PSP no local e discussão sobre legalidade da convocatória

Demissão de Isaac Braga deu lugar a conflito partidário em Vila do Conde
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  • Na sexta-feira à noite, a Assembleia de Freguesia de Vila do Conde viveu quase 23 minutos de pancadaria, com a PSP chamada para pôr ordem.
  • PSD, CDS-PP e Chega convocaram uma sessão extraordinária, que começou com o presidente da mesa, José Rocha (socialista), a apresentar um parecer da câmara e a ouvir um requerimento do PS para encerrar a reunião por violação da lei.
  • O PS denunciou a violação do artigo 53.º da Lei 75/2013 e pediu o encerramento da sessão, alegando que não houve cumprimento da convocatória.
  • Os elementos da oposição, incluindo Chega, PSD e CDS-PP, permaneceram no local, alegando coação e agressões, e apresentaram queixas à PSP.
  • O caso envolve disputas políticas no seio da Junta de Vila do Conde e um histórico de controvérsia institucional ligado a Isaac Braga, com o PS a pedir eleições antecipadas e a apontar para irregularidades na gestão da Junta.

A Assembleia de Freguesia de Vila do Conde acabou em confusão na sexta-feira à noite, com 23 minutos de tumulto e a presença da PSP para garantir a ordem. A sessão extraordinária foi convocada por PSD, CDS-PP e Chega, após oposição ao PS na freguesia.

Logo de início, o presidente da mesa, José Rocha, apresentou um parecer da Câmara e colocou à votação um requerimento do PS para terminar a reunião, alegando violação da lei na convocatória. O PS justificou o requerimento pela não observância do artigo 53.º da Lei 75/2013.

PS, na sua comunicação, sustenta que a reunião não respeitou normas legais e que a continuação da sessão seria despropositada. A bancada socialista destacou que a próxima assembleia ordinária se aproxima e que a Junta tem diligências a expor.

Conflito entre partidos

Os socialistas descrevem o comportamento da oposição, especialmente Chega, PSD e CDS, como uma forma de assédio à Junta e aos eleitos do PS. Acusam ainda que a oposição tenta marcar eleições de forma coerciva, lembrando que houve eleições há menos de um ano.

Relatos de coação e tentativas de encerramento

O PSD afirma ter estado no local com relatos de coação e agressões, atribuídas a membros do PS e funcionários da Junta, com queixas já apresentadas à PSP, chamada ao local para servir de mediadora.

A visão do CDS-PP é de que a atuação foi uma violação da autonomia da freguesia, considerando o requerimento uma interferência da Câmara numa orgância autónoma. Ambos os partidos defendem a reposição da legalidade.

Contexto político e desfecho

O caso insere-se no atual embate entre PS e oposição em Vila do Conde, que já envolveu demissões e mudanças na direção da Junta. Os eleitores aguardam esclarecimentos sobre o atual estado da gestão e a temática financeira da Junta.

Histórico do episódio envolvendo Isaac Braga

O episódio histórico envolve Isaac Braga, ex-presidente de Junta, que deixou o cargo após denúncias de uso de verbas da Junta para despesas pessoais. A situação levou o PS a questionar a liderança da Junta, sugerindo uma guinada para a tesouraria da vereação. A oposição apela a eleições antecipadas, enquanto o caso avança nos tribunais.

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