- Mais de 27 milhões de peruanos vão às urnas no domingo para a segunda volta das presidenciais.
- Os eleitores devem escolher entre Keiko Fujimori, da direita, e Roberto Sánchez, da esquerda.
- A votação acontece num país que já teve oito chefes de Estado nos últimos dez anos.
- A campanha tem sido marcada por confrontos entre as candidaturas e temas económicos e sociais.
- O resultado da segunda volta pode definir a direção política do Peru nos próximos anos.
O segundo turno das presidenciais no Peru realiza-se neste domingo, com mais de 27 milhões de eleitores. Os dois candidatos à liderança são Keiko Fujimori, pertencente à direita, e Roberto Sánchez, da esquerda. O voto decorre em todo o país, conforme o calendário eleitoral.
O Peru atravessa um período de instabilidade, tendo registado oito chefes de Estado em apenas uma década. Este cenário tem influenciado a perceção pública sobre a solidez institucional e o papel das instituições no processo democrático.
Contexto dos candidatos
Keiko Fujimori representa a direita e busca consolidar uma linha liberal com foco económico e de ordem. Roberto Sánchez defende políticas de esquerda, com ênfase em bem-estar social e intervenção estatal. O escrutínio incide, entre outros aspetos, na gestão de crises e na economia.
Participação eleitoral
O escrutínio decorre sob supervisão de entidades eleitorais e observadores independentes. A abstenção, o clima de campanha e o cumprimento de regras sanitárias e logísticas são temas centrais para a organização do dia de voto.
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